O que faz mal ao coração?
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Alimentação saudável ajuda a controlar as emoções
Alimentação saudável ajuda a controlar as emoções
Você já deve ter visto diferentes tipos de gordura. Por exemplo, a gordura de carne bovina em temperatura ambiente é mais rígida do que a gordura vegetal. Sabendo que nosso cérebro é formado em maior parte por gordura, qual delas você escolheria para "alimentá-lo"?Segundo o neuropsiquiatra e pesquisador, David Servan-Schreiber, a melhor escolha são as gorduras mais líquidas, em especial os ácidos graxos ômega 3. Por quê? Porque o cérebro é formado em maior parte por gordura e para que ele possa processar informações de forma fluída e flexível precisa também de uma gordura mais fluída e flexível.
Diferentes hábitos alimentares mostram o impacto do ômega 3 em nossa saúde. A depressão pós-parto costuma ocorrer de três a vinte vezes mais em países do ocidente do que em países do oriente. Tal discrepância se dá porque no oriente há maior consumo de peixes e mariscos, alimentos ricos em ômega três.
O ômega 3 é fundamental para a constituição do cérebro e manutenção do seu equilíbrio, é por isso que essas gorduras são a principal nutrição que o feto recebe pela placenta...É também por isso que as "reservas" da mãe que já são baixas na dieta ocidental caem de forma dramática nas últimas semanas da gravidez? e continuam diminuindo durante a amamentação, o que aumenta o risco da depressão pós-parto. Mães precisam de ômega 3 para si e para o bebê!
Servan-Schreiber também aponta a importância do ômega 3 para a redução de sintomas relacionados ao transtorno bipolar, ansiedade, depressão , esquizofrenia, insônia, fadiga, baixa libido e irritabilidade.
O neurocientista e psiquiatra Daniel Amen acredita que o ômega 3 contribui para o alívio dos sintomas de TDAH ? transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Ele aponta uma pesquisa canadense na qual um grupo de crianças recebeu ômega 3 e o outro placebo. Os pais das crianças que receberam ômega 3 relataram melhora significativa da atenção e comportamento de seus filhos. Os pais das crianças que receberam placebo não notaram diferenças.
Onde encontrar o ômega 3? Peixes, em especial salmão, arenque, truta, sardinha, frutos do mar, linhaça, canola, espinafre e agrião.
Medo de engordar com o ômega 3? Fique tranquila, Servan-Schreiber coloca que ?o modo como o corpo metaboliza o ômega 3 reduz o acúmulo de tecido gorduroso?. Alguns pacientes até perdem peso!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Crianças vibram com o prato que transborda energia
Crianças vibram com o prato que transborda energia
A partir dos dois anos de idade, a criança passa por diversas e constantes transformações. E a alimentação exerce grande influência nesse processo, tendo papel fundamental no desenvolvimento dos músculos, no crescimento dos ossos e na manutenção do peso.As mudanças mais notáveis acontecem até a puberdade, que costuma chegar por volta dos 12 anos, nos meninos, e depois dos 10 nas meninas. Até atingir essa idade, as crianças de ambos os sexos ganham, em média, três quilos por ano. Já a estatura aumenta de seis a oito centímetros, anualmente. O ritmo de crescimento desacelera conforme a criança se aproxima da puberdade, fase em que o crescimento retoma a velocidade.
A quantidade de energia necessária para a criançada crescer é determinada de acordo com a idade, sexo, peso, altura e nível de atividade física. Um menino de quatro anos, com 15 quilos e medindo 1,02 metros, por exemplo, precisa de 1.700 calorias diárias, aproximadamente.
Para obter toda essa energia, os carboidratos (encontrados nos pães, cereais, frutas e legumes) devem estar presentes na maior parte da alimentação, representando de 50 a 60% do cardápio e divididos entre todas as refeições do dia. Ainda tomando a dieta de 1.700 calorias diárias como exemplo, os carboidratos correspondem a 850 desse total, o equivalente a 212,5 gramas.
As proteínas são outras participantes de peso no prato das crianças. Encontradas nas carnes, leguminosas (feijão, lentilha, soja), leite e derivados, elas são as responsáveis pelo fornecimento de aminoácidos essenciais, colaboradores na formação e no desenvolvimento do organismo.
Crianças de um a três anos precisam ingerir, pelo menos, 13 gramas de proteína, por dia. Já aquelas que estão entre os quatro e oito anos de idade necessitam de 19 gramas diárias, enquanto a faixa etária de nove a 13 anos exige 34 gramas diariamente.
No time dos alimentos que devem ser evitados por causarem diversos malefícios à saúde estão os gordurosos, que podem levar ao aumento das taxas de colesterol e ao excesso de peso, por exemplo. No entanto, alguns tipos de gordura desempenham atividades importantes no organismo.
As vitaminas A, D, E e K, por exemplo, só são absorvidas quando a gordura está presente. Por isso, elas devem corresponder de 25 a 30% do valor calórico total da dieta. Boas opções para atingir essa meta são azeite, óleo e creme vegetal, carnes, leites e derivados.
Além dos macronutrientes, cálcio, ferro, zinco e vitamina A, representantes do time dos micronutrientes, também merecem destaque no cardápio das crianças. O ferro está envolvido em tarefas como transporte de oxigênio para todas as células, transporte de elétrons para a produção de energia e síntese de DNA.
É fácil encontrar o mineral nas carnes vermelhas e verduras verde-escuras. Os valores recomendados para as crianças variam de 7 a 10 miligramas por dia. Um bife médio de carne vermelha contém 2,31 mg.
Por ser um componente dos pigmentos visuais, o papel que a vitamina A desempenha sobre a nossa visão ocupa a primeira posição na lista de funções da vitamina. Sua absorção pode ser prejudicada em situações comumente vivenciadas na infância, como infecções intestinais e respiratórias, e sarampo. Assim, alimentos fortificados, frutas e vegetais de cor alaranjada são muito bem-vindos no prato dos pequenos, já que eles são boas fontes de pró-vitamina A. O consumo ideal varia de acordo com a idade da criança, mas fica entre 300 e 600 microgramas por dia. Meia xícara de cenoura picada apresenta 385 mcg.
As vitaminas A, D, E e K, por exemplo, só são absorvidas quando a gordura está presente. Por isso, elas devem corresponder de 25 a 30% do valor calórico total da dieta. Boas opções para atingir essa meta são azeite, óleo e creme vegetal, carnes, leites e derivados.
Além dos macronutrientes, cálcio, ferro, zinco e vitamina A, representantes do time dos micronutrientes, também merecem destaque no cardápio das crianças. O ferro está envolvido em tarefas como transporte de oxigênio para todas as células, transporte de elétrons para a produção de energia e síntese de DNA.
É fácil encontrar o mineral nas carnes vermelhas e verduras verde-escuras. Os valores recomendados para as crianças variam de 7 a 10 miligramas por dia. Um bife médio de carne vermelha contém 2,31 mg.
Por ser um componente dos pigmentos visuais, o papel que a vitamina A desempenha sobre a nossa visão ocupa a primeira posição na lista de funções da vitamina. Sua absorção pode ser prejudicada em situações comumente vivenciadas na infância, como infecções intestinais e respiratórias, e sarampo. Assim, alimentos fortificados, frutas e vegetais de cor alaranjada são muito bem-vindos no prato dos pequenos, já que eles são boas fontes de pró-vitamina A. O consumo ideal varia de acordo com a idade da criança, mas fica entre 300 e 600 microgramas por dia. Meia xícara de cenoura picada apresenta 385 mcg.
Micronutrientes para o crescimento
Já o zinco é fundamental para o crescimento e desenvolvimento da criançada, além de participar do fortalecimento do sistema imunológico. Suas principais fontes alimentares são as carnes e a recomendação diária gira em torno de 3 a 8 miligramas. Um bife médio de carne vermelha oferece 5,8 mg.
O cálcio, nutriente envolvido na formação óssea, é bem representado pelo leite, que continua sendo fundamental no menu infantil. A ingestão adequada durante a fase de crescimento está associada à prevenção de fraturas ósseas em idades mais avançadas. A recomendação é que os pequenos tomem meio litro de leite, diariamente. A quantidade pode ser completada com derivados do leite, como iogurte e queijo.
Vale lembrar que o apetite das crianças é bem variável. Portanto, não é preciso forçar a ingestão, caso eles relutem. A insistência de alguns pais pode resultar em problemas com a balança ou aversão por determinados alimentos. Mas estabelecer uma rotina, determinando horários certos para as refeições, ajuda a criança a criar bons hábitos alimentares e evita que ela petisque salgadinhos e balas entre os pratos principais.
As guloseimas não precisam ser excluídas do cardápio, porém, controlar a ingestão é necessário. Em excesso, as delícias podem levar a não aceitação de alimentos importantes para o desenvolvimento, como legumes, frutas e verduras. Sem contar que elas estão relacionadas ao aumento de peso, ao desenvolvimento da resistência à insulina (pré-diabetes) e alterações sanguíneas de colesterol e diabetes.
Fonte: Site G1
Sem proteínas, seu corpo vai à falência
Sem proteínas, seu corpo vai à falência
Pirâmide alimentar: leite e derivados; carnes e ovos; leguminosas. Somando tudo isso, devem reunir de 15 a 20% das calorias totais do cardápio diário. (Conheça os segredos da pirâmide alimentar). Só por aí, já dá para notar a importância que as proteínas têm na alimentação. A responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, ressalta o papel desse nutriente. As proteínas obtidas através dos alimentos desempenham diversas funções no organismo. Elas estão envolvidas na reparação do tecido corporal, na formação de enzimas, hormônios, anticorpos, no transporte de triglicérides, colesterol e vitaminas pelo corpo , lista. Isso tudo sem falar da energia que elas oferecem para mantermos o esqueleto em pé. A cada grama de proteína, você pode contar com a energia de 4 calorias a mesma quantidade fornecida pelos carboidratos.
Ou seja, cortando esse nutriente do cardápio, você vai causar um rebuliço no seu organismo. As proteínas participam de processos metabólicos importantes. Sem elas, as funções dos aminoácidos podem ficar comprometidas , alerta Roberta.
Por dentro das proteínas
A especialista explica que as proteínas são estruturas químicas que contêm carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio em sua composição. A mistura de tantos ingredientes garante o sucesso das atividades que elas desempenham no nosso corpo. Colágeno e queratina, responsáveis pela composição dos cabelos e das unhas, são exemplos de proteínas naturalmente presentes na nossa constituição física.
Já o time obtido pela alimentação é sintetizado de várias formas. Os vegetais produzem o nutriente a partir do nitrogênio encontrado em substâncias presentes no solo. As leguminosas extraem o gás do ar atmosférico, contando coma ajuda de bactérias presentes em suas raízes para que ele seja metabolizado. Os animais, por sua vez, obtêm as estruturas necessárias para formação das proteínas a partir de outros alimentos (tanto os de origem animal, quanto dos de origem vegetal).
O que são aminoácidos?
Já o time obtido pela alimentação é sintetizado de várias formas. Os vegetais produzem o nutriente a partir do nitrogênio encontrado em substâncias presentes no solo. As leguminosas extraem o gás do ar atmosférico, contando coma ajuda de bactérias presentes em suas raízes para que ele seja metabolizado. Os animais, por sua vez, obtêm as estruturas necessárias para formação das proteínas a partir de outros alimentos (tanto os de origem animal, quanto dos de origem vegetal).
O que são aminoácidos?
Quando ingeridas, as proteínas são quebradas em pequenas estruturas, que levam o nome de aminoácidos , esclarece a especialista do Minha Vida. Juntos no organismo, os aminoácidos formam outras proteínas, que farão parte das enzimas, dos hormônios, das hemoglobinas, das vitaminas, dos transportadores e de muitas outras substâncias.
Essenciais para a produção de novas proteínas, os aminoácidos se dividem em três tipos: indispensáveis, dispensáveis e condicionalmente indispensáveis.
Na lista dos indispensáveis, encontram-se treonina, triptofano, histidina, lisina, leucina, isoleucina, metionina, valina, fenilalanina. Todos eles já são produzidos pelo organismo, porém, em quantidade insuficiente. Para suprir essa necessidade, eles precisam ser obtidos pela alimentação. Já os dispensáveis são aqueles que somente o organismo se encarrega de produzir. Entre eles estão alanina, ácido aspártico, asparagina, ácido glutâmico e serina.
O time composto pela arginina, cisteína, glutamina, glicina, prolina e tirosina compõem os aminoácidos condicionalmente indispensáveis. Isso significa que, quando a síntese feita pelo organismo não é suficiente, eles precisam ser obtidos através dos alimentos, diariamente. Confira, a seguir, o desempenho de cada aminoácido no organismo.
Todos eles estão presentes em alimentos ricos em proteínas, como carnes, leite, abacate, abóbora, feijão e soja:
Triptofano: participante da produção da vitamina niacina e do neurotransmissor serotonina, responsável pela sensação de bem-estar.
Metionina: um dos responsáveis pela fabricação de compostos como colina e carnitina, esse aminoácido ajuda na formação de tecidos do corpo.
Fenilalanina: dá origem à tirosina e, juntas, produzem a tiroxina e a epinefrina.A tirosina está envolvida na formação do pigmento da pele e dos cabelos.
Arginina e citrulina: fazem parte da formação da uréia no fígado. Glicina: se alia a substâncias tóxicas transformando-as em substâncias não-prejudiciais à saúde e que, depois da união, são excretadas pelo organismo
Histidina: aminoácido formador da histamina, que causa a dilatação dos vasos sangüíneos.
Glutamina: o aminoácido mais abundante no plasma e nos músculos.
Na lista dos indispensáveis, encontram-se treonina, triptofano, histidina, lisina, leucina, isoleucina, metionina, valina, fenilalanina. Todos eles já são produzidos pelo organismo, porém, em quantidade insuficiente. Para suprir essa necessidade, eles precisam ser obtidos pela alimentação. Já os dispensáveis são aqueles que somente o organismo se encarrega de produzir. Entre eles estão alanina, ácido aspártico, asparagina, ácido glutâmico e serina.
O time composto pela arginina, cisteína, glutamina, glicina, prolina e tirosina compõem os aminoácidos condicionalmente indispensáveis. Isso significa que, quando a síntese feita pelo organismo não é suficiente, eles precisam ser obtidos através dos alimentos, diariamente. Confira, a seguir, o desempenho de cada aminoácido no organismo.
Todos eles estão presentes em alimentos ricos em proteínas, como carnes, leite, abacate, abóbora, feijão e soja:
Triptofano: participante da produção da vitamina niacina e do neurotransmissor serotonina, responsável pela sensação de bem-estar.
Metionina: um dos responsáveis pela fabricação de compostos como colina e carnitina, esse aminoácido ajuda na formação de tecidos do corpo.
Fenilalanina: dá origem à tirosina e, juntas, produzem a tiroxina e a epinefrina.A tirosina está envolvida na formação do pigmento da pele e dos cabelos.
Arginina e citrulina: fazem parte da formação da uréia no fígado. Glicina: se alia a substâncias tóxicas transformando-as em substâncias não-prejudiciais à saúde e que, depois da união, são excretadas pelo organismo
Histidina: aminoácido formador da histamina, que causa a dilatação dos vasos sangüíneos.
Glutamina: o aminoácido mais abundante no plasma e nos músculos.
Fonte: Site G1
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Chocolate pode reduzir doenças cardíacas
Estudo britânico associa consumo de chocolate à redução de doenças cardíacas
Pesquisa publicada na revista British Medical Journal encontra evidências de um possível vínculo entre o consumo de chocolate e a saúde do coração
O consumo de chocolate em grandes quantidades pode estar associado à redução nos riscos de desenvolvimento de certas doenças cardíacas, segundo um estudo britânico, publicado na revista científica British Medical Journal. Comer chocolate teria uma influência positiva sobre a saúde humana devido às propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias do alimento. Além disso, o alimento teria o poder de reduzir a pressão sanguínea e melhorar a sensibilidade do organismo à insulina (o que ajudaria a evitar a diabetes).
Segundo a equipe britânica, as conclusões do estudo precisam ser interpretadas com cautela, porque o chocolate vendido comercialmente é altamente calórico e sua ingestão em grandes quantidades poderia resultar em ganho de peso, o que aumentaria os riscos de diabetes e doenças cardíacas. Os autores defendem então que é preciso fazer mais testes para se chegar a uma conclusão definitiva.
Fonte: Site G1
Batatas ajudam a manter a cintura fina
Batatas ajudam a manter a cintura fina
O tubérculo é um verdadeiro combustível para o atleta
A batata é um combustível para o atleta. O tubérculo é rico em nutrientes. O alimento possui carboidratos, sais minerais e vitaminas do complexo B e C. A batata também possui inibidores da protease, anticancerígenos e previne a pressão alta e o derrame.
Por ser tão rica, ela precisa fazer parte do cardápio de quem se exercita. Uma batata assada média de 125 gramas contém 25 gramas de carboidratos. Ou seja, ela supre 7% das necessidades diárias da maioria dos corredores. Ao entrar na corrente sanguínea, ela repõem rapidamente o glicogênio gasto.
Um estudo recente comprovou que pessoas que consomem batatas têm menos gordura corporal e com isso adquirem cinturas mais finas. Isso acontece porque a batata ajuda na digestão e bloqueia uma pequena quantidade de absorção de calorias.
As batatas possuem a mesma quantidade de antioxidantes semelhantes ao dos brócolis e do espinafre. As roxas e vermelhas são ricas em antioxidantes por causa de suas cores e as substâncias contidas nelas, procianidinas, zeaxantina e luteína, ajudam a prevenir o câncer.
Além disso, a vitamina C contida na batata protege as artérias do coração contra o colesterol, bem como favorece a circulação sanguínea.
A batata é um combustível para o atleta. O tubérculo é rico em nutrientes. O alimento possui carboidratos, sais minerais e vitaminas do complexo B e C. A batata também possui inibidores da protease, anticancerígenos e previne a pressão alta e o derrame. Por ser tão rica, ela precisa fazer parte do cardápio de quem se exercita. Uma batata assada média de 125 gramas contém 25 gramas de carboidratos. Ou seja, ela supre 7% das necessidades diárias da maioria dos corredores. Ao entrar na corrente sanguínea, ela repõem rapidamente o glicogênio gasto.
Um estudo recente comprovou que pessoas que consomem batatas têm menos gordura corporal e com isso adquirem cinturas mais finas. Isso acontece porque a batata ajuda na digestão e bloqueia uma pequena quantidade de absorção de calorias.
As batatas possuem a mesma quantidade de antioxidantes semelhantes ao dos brócolis e do espinafre. As roxas e vermelhas são ricas em antioxidantes por causa de suas cores e as substâncias contidas nelas, procianidinas, zeaxantina e luteína, ajudam a prevenir o câncer.
Além disso, a vitamina C contida na batata protege as artérias do coração contra o colesterol, bem como favorece a circulação sanguínea.
Fonte: Site G1
Alho e cebola podem reduzir a formação de pedras na vesícula
Alho e cebola podem reduzir a
formação de pedras na vesícula
formação de pedras na vesícula
Teste feito com roedores mostra redução de 30% nos casos de cálculos na vesícula
Se você sofre com a chamada cólica biliar, sintoma típico de quem tem pedra na vesícula, uma novidade pode ajudar a resolver esse mal-estar.Um estudo indiano publicado no periódico British Journal of Nutrition constatou que o consumo de alho e cebola pode ajudar a reduzir a formação da pedra na vesícula, combatendo a dor.
A pesquisa foi realizada com roedores e mostrou que o alho e a cebola aumentam a produção de duas enzimas responsáveis por derrubar naturalmente os níveis de colesterol, principal fator na formação das pedras na vesícula.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas compararam dois grupos de cobaias.
Nos animais alimentados com maior quantidade desses alimentos houve uma redução de até 30% na incidência dos cálculos na vesícula.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas compararam dois grupos de cobaias.
Nos animais alimentados com maior quantidade desses alimentos houve uma redução de até 30% na incidência dos cálculos na vesícula.
Entre os fatores que podem ocasionar o maior desenvolvimento desse problema estão a obesidade, o sedentarismo e o tabagismo.
Fonte: Site G1
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Comer rápido demais pode ingerir calorias extras, diz estudo
Quem come rápido demais pode ingerir calorias extras, diz estudo
Pesquisadores da Grécia e do Reino Unido concluíram que pessoas que devoram os alimentos rapidamente acabam consumindo mais calorias, do que quando se alimentam num ritmo mais lento. O motivo é o efeito da ingestão mais rápida da comida sobre a liberação de hormônios responsáveis pela sensação de saciedade.Para realizar o estudo, publicado na revista científica Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, os cientistas reuniram um grupo de pessoas, algumas porções de sorvete e um cronômetro. Os testes mostraram que quando os participantes tomavam o sorvete em 30 minutos, em vez de 15, liberavam mais hormônios que dão sensação de saciedade.
Através da coleta de amostras de sangue e medição da insulina dos participantes antes, durante e depois do consumo de sorvete, os pesquisadores descobriram que dois hormônios, a grelina orexígeno e o PYY, responsáveis por sinalizar a sensação de saciedade do organismo se manifestaram quando os participantes tomaram o sorvete mais devagar.
Como a sensação de saciedade leva a comer menos ? como sugeriu outro estudo publicado no Jornal da Associação Dietética Americana-, os participantes, quando comeram o sorvete em mais tempo, consumiram aproximadamente 10% menos calorias.
Em outro estudo, envolvendo 3 mil participantes, publicado no The British Medical Journal, pessoas que diziam comer rapidamente e até se sentirem cheias tiveram risco três vezes maior de estarem acima do peso, em comparação a outras pessoas.
sábado, 24 de setembro de 2011
Brócolis e Seus Benefícios!
Brócolis
O brócolis é nutritivo e pode auxiliar até na prevenção do câncer
O brócolis é um alimento rico em nutrientes e que não deveria faltar em nossa alimentação. É uma excelente fonte de vitamina C, vitamina A e de folato. Possui grandes quantidades de proteínas, cálcio, ferro e outros minerais, é pouco calórico e tem alto teor de fibras, ajudando na digestão pois conta com propriedades laxativas. Uma xícara de brócolis possui apenas 40 calorias,sendo um vegetal que pode ser usado sem susto para pessoas em dietas de baixo consumo calórico. Nos últimos 20 anos, a ciência tem pesquisado as propriedades do brócolis no combate ao câncer. Este vegetal é rico em bioflavonóides e outras substâncias que protegem contra vários tipos de tumores como os de cólon, das mamas, do colo do útero, dos pulmões, da próstata, do esôfago, da laringe e da bexiga. Segundo os pesquisadores, pessoas que consomem o brócolis com regularidade têm menos chances de desenvolver estes tipos de câncer.
Os bioflavonóides e os antioxidantes encontrados neste alimento,protegem as células do corpo contra as mutações e os danos provocados pelas moléculas instáveis que levam à formação do câncer. Estas substâncias também fortalecem enzimas protetoras das células que impedem a ação de hormônios que estimulam a evolução dos tumores, inibindo assim a propagação dos mesmos.
Outros estudos revelam que além de ferramentas anticancerígenas, o vegetal também possui um elemento fitoquímico, que inibe o desenvolvimento da bactéria H Pylori. Esta bactéria é um importante fator de surgimento de duas doenças que atacam milhões de pessoas em todo o mundo: a gastrite e a úlcera estomacal. A H Pylori, também pode ter uma ligação com o aparecimento do câncer do estômago, sendo portanto a ingestão de brócolis um importante fator de prevenção.
Fonte: Site G1
Osteoporose é combatida com azeite de oliva
Osteoporose é combatida com azeite de oliva
A substância osteoblastos é a responsável por evitar a doença
A osteoporose, doença que desenvolve ossos ocos, finos e, assim, sujeitos a fraturas, pode ser combatida com o uso de azeite de oliva na alimentação. Isso porque o produto contém oleuropeína, um polifenol que aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam ossos do corpo humano. De acordo com um estudo espanhol, isso é possível graças a natureza do tecido ósseo. O tecido é dinâmico, destruído e construído constantemente. Os osteoblastos ajudam justamente a realizar a reconstrução.
Além de atuar contra a osteoporose, a oleuropeína também tem ação antiinflamatória. O polifenol tem propriedades antioxidantes e inibe a agregação de plaquetas e reduz a formação de moléculas inflamatórias no corpo.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Não Acorde o Câncer que Dorme em Você!
Não Acorde o Câncer que Dorme em Você!
Sinopse
"Todos temos um câncer dormindo em nós." Esta frase, estarrecedora para muitos, é o ponto de partida do livro Anticâncer, do médico e pesquisador francês David Servan-Schreiber. E, de maneira nenhuma, deve ser motivo de alarme; pelo contrário, é exatamente esta certeza que nos torna capazes de vencer essa doença ? a maior causa de mortalidade no mundo ocidental. É Servan-Schreiber quem explica: "como todo organismo vivo, nosso corpo fabrica células defeituosas permanentemente. É assim que nascem os tumores. Mas nosso corpo é também equipado com múltiplos mecanismos que lhe permitem detectá-los e contê-los. No Ocidente, uma pessoa em cada quatro vai morrer de câncer, mas três em cada quatro não morrerão. Para estas últimas, os mecanismos de defesa terão dominado o câncer".
O autor não fala somente como pesquisador. Em 1981, quando tinha apenas 30 anos, Servan-Schreiber teve câncer no cérebro. Foi tratado pelos métodos convencionais, e depois teve uma recaída. Foi então que decidiu pesquisar, para além dos métodos habituais, tudo que podia ajudar seu corpo a se defender. Na qualidade de médico, pesquisador e diretor do Centro de Medicina integrado à Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, teve acesso a informações preciosas sobre as abordagens naturais que podem contribuir para prevenir ou tratar o câncer. Hoje, ele vive em plena saúde há mais de sete anos.
Em Anticâncer, Servan-Schreiber faz o relato de tudo o que aprendeu. Conta que, depois da dura experiência de combater a doença com uma cirurgia e várias sessões de quimioterapia, pediu ao seu oncologista conselhos sobre a vida que deveria levar para evitar uma recaída. "Não há nada de especial a fazer. Viva normalmente, e se o tumor reaparecer, o detectaremos bem cedo", lhe teria respondido o especialista.
Inconformado, o autor decidiu compreender aquela doença que o afligia. Precisou de meses de pesquisa para começar a entender como poderia ajudar seu corpo a se armar contra o câncer. Participou de conferências nos Estados Unidos e na Europa, percorreu bases de dados médicos e dissecou publicações científicas. "Rapidamente percebi que as informações eram parciais e dispersas, e que não adquiriam a totalidade de seu sentido senão quando reunidas", explica ele, no prefácio de seu livro.
O que a pesquisa de Servan-Schreiber tem de inovadora é dar aos nossos próprios mecanismos de defesa o papel central na luta contra a doença. "Eis o que aprendi: se todos temos células cancerosas dentro de nós, temos também um corpo preparado para frustrar o processo de formação de tumores. Compete a cada um de nós utilizá-lo", afirma o médico.
Sua pesquisa revela que na Ásia, os cânceres que afligem o Ocidente ? como o câncer de mama, do cólon ou da próstata ? são de sete a setenta vezes menos freqüentes. Entre os homens asiáticos que morrem de outras causas que não seja a doença, contudo, encontram-se tantos microtumores pré-cancerosos na próstata quanto entre os ocidentais. Alguma coisa na maneira de viver deles impede que os tumores se desenvolvam.
Em compensação, ele explica, entre os japoneses instalados no Ocidente, a taxa de câncer alcançou a nossa em uma ou duas gerações. Alguma coisa na nossa maneira de viver impede que o nosso corpo seja capaz de combater eficazmente essa doença.
Dos anos 40 para cá, o ambiente está cada vez mais carregado de produtos químicos sintéticos notoriamente cancerígenos ? amianto, benzina, pesticidas, entre outros. Além disso, a alimentação também mudou: consumimos mais açúcar (de cinco quilos anuais por pessoa em 1830 para 70 quilos em 2000) e mais gordura hidrogenada, muitas vezes sem nem perceber. O ômega 6, uma das piores gorduras que há, está presente nas rações servidas ao gado leiteiro e de corte e às aves de granja em quase todos os países do mundo. Pesquisas revelaram que em 2000, os ovos continham vinte vezes mais ômega 6 que em 1970.
Sem jamais duvidar do poder da medicina tradicional ? que lhe salvou a vida ? e depois de ter testado em si mesmo tratamentos experimentais recém-saídos das pesquisas de ponta, Servan-Schreiber explica que nós podemos estimular nossas defesas naturais contra esse mal, que "é mais uma questão de estilo de vida que de genes".
Trechos do livro
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Sucos trazem saúde para o organismo!
Sucos
Deliciosos, eles trazem saúde para o organismo, desde que consumidos de forma equilibrada
Você consome frutas diariamente? Se a resposta é sim, quantas frutas costuma comer por dia? Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) um adulto deve comer no mínimo 5 frutas diariamente. Ricas em vitaminas e sais minerais elas, unidas a uma dieta equilibrada de nutrientes, trarão enormes benefícios à nossa saúde, o maior deles, deixar o médico distante. Infelizmente o consumo desses alimentos entre a população ainda é insuficiente. Uma boa alternativa para quem não gosta ou não consegue comer essa quantidade de frutas por dia são os sucos. Naturais, é bom frisar.
Também não vale só consumir a fruta em forma de suco. Tomar mais de cinco copos por dia pode provocar problemas renais. O ideal é intercalar o suco com a fruta e de preferência tomar a bebida sem açúcar.
Incluindo os sucos em sua dieta alimentar você melhora o desempenho físico e cardiovascular, diminui a pressão arterial, ingere fibras que estimulam o trabalho do intestino, auxiliam os rins a funcionarem melhor, favorecendo a digestão. Os sucos também fazem bem a pele, já que os líquidos ajudam a eliminar as toxinas de nosso organismo.
Fonte: Site G1
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